Os Segredos das Celebridades Empreendedoras

Um dos grandes empresários brasileiros, e o mais jovem bilionário do país já entrevistado pela Forbes, reitera veemente em seus discursos que “não existe fórmula mágica para o sucesso”.

Flávio Augusto, proprietário de uma grande rede de escola de inglês com unidades espalhadas pelo mundo, sempre enfatiza que “quanto mais você trabalha, mais você tem sorte!” e essa máxima norteia muitos empreendedores.

Tanto os iniciantes quanto os com mais tempo de mercado sabem que para um negócio dar certo, ele precisa vender.

A venda é o objetivo de todo negócio, pois a partir dela se constrói o meio para auferir lucro, atingir resultados, capital próprio para futuros investimentos, expansão da empresa, etc.

Neste artigo, você acompanhará dois casos de verdadeiros tubarões do universo do empreendedorismo, dispostos a entregar tudo o que tem de melhor para agregar valor ao próprio negócio e fazê-lo crescer cada vez mais.

FLÁVIO AUGUSTO, FUNDADOR DA WISE UP

Nascida do desejo de um jovem do subúrbio carioca que apenas queria ter dinheiro para levar sua namorada para sair, a Wise Up certamente é um dos cases de sucesso mais emblemático das franquias brasileiras.

Flávio Augusto pouco antes de empreender no ramo de cursos de idiomas foi representante de vendas de curso de inglês de outra empresa.

Com toda sua experiência, ainda que não tivesse muita afinidade com a língua, rapidamente ascendeu-se na empresa onde trabalhava chegando atingir um cargo de confiança.

Ao longo do tempo com toda experiência que tinha com vendas e seu desejo de crescer, Flávio foi percebendo pontos que, não só as escolas de cursos de idiomas como também a educação básica do Brasil, careciam e pecavam.

Com isso, fundou a Wise Up como uma escola de inglês com uma proposta totalmente diferente: curso direcionado para adultos com interesse em cursar inglês de forma que influenciasse na carreira profissional.

ALEXANDRE COSTA, FUNDADOR DA CACAU SHOW

Com o grande feito da entrega de dois mil ovos de chocolate com cinquenta gramas cada em três dias de trabalho árduo, Alê Costa conseguiu seu capital inicial para investir na Cacau Show ao final dos anos 80.

Iniciando suas atividades em uma sala da empresa dos pais de Alê Costa, a Cacau Show foi um empreendimento que em nenhum momento de seus primeiros anos fez uso de capital de terceiros: todo recurso investido originava do reinvestimento de resultados das atividades da própria empresa.

E m 2001 foi aberta sua primeira loja e com o seu ingresso no setor de franquias, em menos de 10 anos a Cacau Show já possuía mais 1.000 lojas o que fez dela a maior rede de chocolates finos do mundo em 2010.

INSPIRE-SE NOS CASES DE SUCESSO

Todo mundo erra, acredite. Mas claro que toda a preparação, planejamento e estratégia mitigam os erros ou seus efeitos.

O mercado não é de quem não erra, mas sim daqueles que se arriscam mais ao passo que erram menos.

O planejamento estratégico, os estudos, as operações táticas, a identificação de gargalos e a tomada de decisão preventiva podem contribuir bastante para o sucesso do negócio.

Saber se entregar por inteiro e sempre buscar conhecer e administrar os riscos pode ser de grande valia durante a jornada de qualquer empreendedor a frente de sua empresa.

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